Direto ao pixel.
-
Cirurgiões em Londres usam IA para remover tumor cerebral raro
Um hospital londrino usou IA em tempo real para ajudar a remover um tumor da hipófise. Não foi o robô a operar, mas é um salto real na…
-
Daraxonrasib chega à oncologia após décadas a tentar atacar o RAS
A aprovação nos EUA abre uma nova frente contra uma das vias mais difíceis de tratar no cancro. Na Europa, incluindo Portugal, o medicamento ainda aguarda avaliação da…
-
Nvidia compra a Hugging Face por 12,9 mil milhões de dólares
A dona das GPUs que alimentam a IA mundial compra a principal praça pública de modelos abertos. É contra-ataque directo à fuga das grandes labs para chips alternativos.
-
Redmi Note 17 Pro Max promete três dias longe do carregador
A Xiaomi enfiou 9.210mAh de bateria num telemóvel mais fino e leve que o iPhone 17 Pro Max. Europa incluída. O preço é que já não é tão…
-
O LHC vai renascer em 2030. Vale a pena entusiasmar-nos?
O Grande Colisionador de Hadrões entrou em pausa longa para voltar como High-Luminosity LHC. Mais dados, mais IA, mais Higgs. Mas quão provável é termos finalmente “nova física”?
-
Amazon compra a DuckLabs mas não leva o DuckDB consigo
A AWS fica com a empresa por trás do DuckDB, mas o motor de base de dados analítico continua em licença MIT e sob tutela da DuckDB Foundation.…
-
Brasil processa Discord em 97 milhões e exige presença física no país
Governo federal brasileiro avança com ação de 500 milhões de reais contra o Discord por falhas na proteção de menores. Caso testa até onde os estados podem apertar…
-
Huawei disputa centros de dados de IA no Egipto e agita Washington
Pequeno contrato, grande mensagem geopolítica. A Huawei quer montar centros de dados de IA no Egipto com chips Ascend, e os EUA correm para montar um contra‑ataque com…
-
Google lança Gemini 3.5 Transcribe para ditado em tempo real
Novo modelo de voz da Google substitui o Chirp 3, promete menos erros, mais contexto e chega a quase tudo o que usas com conta Google.
-
Cientistas fazem duas cópias do código genético correr em paralelo
Nova estratégia em biologia sintética permite usar dois códigos genéticos ao mesmo tempo, sem reescrever o genoma inteiro. É um atalho sério para mexer na “linguagem” da vida.